Embora sejam as semifinais, Palmeiras e São Paulo vão a campo em clima de decisão de título. Quem vencer o confronto será o franco favorito a levantar o caneco, já que na outra semifinal estão Guaratinguetá e Ponte Preta.
Como se tornou costume antes do choque-rei, houve discussão nos bastidores, e muitos comentários de ambos os lados. A diretoria tricolor queria a anulação dos cartões da 1ª fase, e assim, que os jogadores entrassem zerados na fase final do campeonato. No entanto, como já estava no regulamento, a F.P.F. negou esse pedido.
Sem duvidas, a maior discussão foi em torno do palco do segundo jogo entre as equipes. Enquanto a F.P.F. queria os dois jogos no Morumbi, o alviverde relutava e queria realizar a segunda partida longe do domínio são-paulino, ou no interior do estado, ou no Palestra Itália – mas até então a Federação vetava o estádio alviverde.
Passaram-se três dias, a P.M. garantiu a segurança em qualquer estádio que fosse realizado o confronto, e a F.P.F., detentora dos mandos de campo, anunciou que a segunda partida será realizada no Palestra Itália. Nada mais justo. Visto que as duas equipes já se enfrentaram diversas vezes nesse estádio, mais recentemente pela Libertadores(05/06) e pelo Campeonato Nacional(07) .
No mais, o ambiente nas duas equipes está bem diferente. No São Paulo anda conturbado, briga entre Carlos Alberto e Fabio Santos, pressão sobre o técnico Muricy, e uma campanha medíocre na taça Libertadores. Já o verdão esta cheio de confiança, à tempos que não chegava com uma equipe tão entrosada na fase final de um campeonato, e com chances reais de título. Vale lembrar que a cobrança por uma conquista no Palmeiras também é motivo de pressão sobre a equipe.
Por fim, nesses dois próximos domingos os times prometem jogos disputadíssimos, e muito equilibrados. De um lado o bi-campeão Brasileiro, com Adriano e Rogério Ceni, do outro, o ascendente Palmeiras, com Valdivia e Marcos. Um clássico sem favorito.
Como se tornou costume antes do choque-rei, houve discussão nos bastidores, e muitos comentários de ambos os lados. A diretoria tricolor queria a anulação dos cartões da 1ª fase, e assim, que os jogadores entrassem zerados na fase final do campeonato. No entanto, como já estava no regulamento, a F.P.F. negou esse pedido.
Sem duvidas, a maior discussão foi em torno do palco do segundo jogo entre as equipes. Enquanto a F.P.F. queria os dois jogos no Morumbi, o alviverde relutava e queria realizar a segunda partida longe do domínio são-paulino, ou no interior do estado, ou no Palestra Itália – mas até então a Federação vetava o estádio alviverde.
Passaram-se três dias, a P.M. garantiu a segurança em qualquer estádio que fosse realizado o confronto, e a F.P.F., detentora dos mandos de campo, anunciou que a segunda partida será realizada no Palestra Itália. Nada mais justo. Visto que as duas equipes já se enfrentaram diversas vezes nesse estádio, mais recentemente pela Libertadores(05/06) e pelo Campeonato Nacional(07) .
No mais, o ambiente nas duas equipes está bem diferente. No São Paulo anda conturbado, briga entre Carlos Alberto e Fabio Santos, pressão sobre o técnico Muricy, e uma campanha medíocre na taça Libertadores. Já o verdão esta cheio de confiança, à tempos que não chegava com uma equipe tão entrosada na fase final de um campeonato, e com chances reais de título. Vale lembrar que a cobrança por uma conquista no Palmeiras também é motivo de pressão sobre a equipe.
Por fim, nesses dois próximos domingos os times prometem jogos disputadíssimos, e muito equilibrados. De um lado o bi-campeão Brasileiro, com Adriano e Rogério Ceni, do outro, o ascendente Palmeiras, com Valdivia e Marcos. Um clássico sem favorito.
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