No amargo empate dentro de casa, por 1x1 contra o Mirassol, o Palmeiras deu adeus definitivo a qualquer possibilidade de chegar as semi-finais do Paulista de 2010.
Há quem credite o fracasso, dentro do campeonato, pela demora da diretoria em contratar jogadores, outros falam de uma possível falta de apoio da torcida - coisa que particularmente discordo, pois a maior parte da torcida apóia o time e deixa para protestar depois do resultado ruim -, também tem quem culpe o formato do Paulistão - que inchado de clubes pequenos e com uma formula discutível, atrapalha os grandes em jogos mais importantes pela Libertadores e Copa do Brasil -, e, finalmente, há quem culpe os jogadores e comissão técnica que, de maneira inexplicável, alternam jogos bons com outras partidas pífias.
Saldo positivo do início do ano até agora, a vitória no choque-rei contra o São Paulo, dentro do Palestra Itália (2x0), e a virada, na base da raça e da camisa, para cima dos tão badalados Meninos da Vila - 4x3 com um hat-trick do artilheiro contestado Robert.
Se o Paulistão 2010 foi um fracasso, na Copa do Brasil o verdão segue sonhando. O confronto entre Palmeiras e Paysandu, dentro do Palestra Itália, não foi tão ruim como boa parte da imprensa pintou. O simples 1x0 no placar parece pouco, ainda mais no embate entre um time da primeira divisão nacional, e outro que disputa a terceira. Contudo, o Palmeiras foi muito melhor do início ao fim do jogo, Armero, que parece recuperar a confiança, fez um grande jogo - desarmando e partindo para cima -, Diego Souza continuou tendo seus lampejos de craque e quase marcou um golaço, e Robert aproveitou a chance que teve para balançar as redes. De resto o Papão da Curuzu pouco ameaçou o gol de Marcos. O Palmeiras venceu, sem susto algum, e, assim, garantiu a vaga nas oitavas da Copa do Brasil.
No sábado, dia 3, o Palmeiras, com um time todo reserva e contando com jogadores muito jovens - a média de idade em campo será de 21 anos de idade -, encara o Oeste de Itápolis. Em clima de amistoso, pois o alviverde não diputa mais nada no torneio regional, se espera que os jovens valores joguem sem pressão e mostrem seu futebol.
De fato a pré-temporada alviverde acabou - com direito a derrota para o Corinthians, vitória sobre São Paulo e Santos, queda do conceituado e caro Muricy, contratação de Antonio Carlos Zago como técnico, e a eliminação precoce no Paulista.
No próximo dia 15 de abril, o ano de 2010 começará (ou recomeçará) para o Palmeiras, no confronto de oitavas-de-final da Copa do Brasil contra o Atlético-PR . Resta a torcida alviverde apoiar a equipe, e aos jogadores mostrarem empenho do primeiro ao último minuto, pois só assim será possível alcançar alguma coisa esse ano, e não apenas brigar para não cair no Campeonato Brasileiro. É possível ganhar e brigar lá em cima, basta estar afim, como mostrado diante de Santos e São Paulo.
sábado, 3 de abril de 2010
segunda-feira, 3 de novembro de 2008
Gol do título? (Santos 1x2 Palmeiras)
Ele errou quase tudo o que tentou, errou passe curto, errou drible e errou lançamento. A torcida já estava desesperada, e somava-se a isso os erros do jogo contra o São Paulo, Leo Lima estava perdido em campo. No entanto ele só acertou uma única coisa. Aos 45 minutos do segundo tempo Leo Lima acertou o gol santista, e deu a vitória ao Palmeiras.
O alviverde chegou a Vila Belmiro precisando da vitória para continuar no encalço dos lideres, que até então eram Grêmio e São Paulo com apenas um ponto de vantagem. Mas para o confronto a equipe estaria desfalcada de um de seus principais jogadores, São Marcos, que perdeu o pai nesse mesmo final de semana.
Começou o clássico, logo no primeiro lance de ataque do verdão o gladiador Kléber abriu o placar. Ele recebeu belo passe de Evandro, ficou frente a frente com Fabio Costa, e com um toque por baixo das pernas do goleiro anotou 1x0.
Ainda lutando contra o rebaixamento, o Santos foi para cima do Palmeiras. Kleber Pereira, Cuevas e Molina bem que tentaram empatar o jogo, mas encontraram um goleiro preparado para defender a meta alviverde em um clássico. Bruno camisa 45, fazia apenas sua terceira partida como titular, e ainda por cima tinha a missão de substituir Marcos no gol palmeirense. Ele defendeu pelo menos quatro bolas de grande dificuldade no primeiro tempo, o que dava a vitória parcial ao Palmeiras.
Mesmo vencendo, o Palestra não fazia uma partida que enchesse os olhos dos torcedores, e quem chegou ao gol foi o Santos, com apenas 1 minuto do segundo tempo. Kleber Pereira dividiu pelo alto com Bruno bola cruzada por Molina, o goleiro e o atacante acabaram se chocando e a bola morreu dentro do gol palmeirense. Depois disso muita confusão. O bandeira não correu para o meio alegando falta do atacante santista, mas o arbitro chamou a responsabilidade do lance para si e validou o gol. Era o empate na Vila.
O Santos cresceu no jogo, e aos 36 minutos Kleber Pereira teve a chance de virar a partida. O artilheiro do campeonato driblou o goleiro Bruno, mas sem ângulo concluiu para fora.
Quando o jogo se encaminhava para o empate, e o Palmeiras ficaria mais longe da ponta, brilhou a estrela de Luxemburgo, e principalmente a de Leo Lima. O meia que entrou no lugar de Diego Souza fazia uma partida pífia, assim como a que fez no Palestra Itália contra o São Paulo no empate em 2x2, ele errou praticamente todos os lances nos quais a bola passou por seus pés. Mas para delírio da torcida, e para sua redenção, aos 45 minutos do segundo tempo Leo Lima entrou de carrinho no segundo pau - com muita raça, a lá Galeano -, para fazer o segundo gol alviverde e garantir a importantíssima vitória fora de casa. Ao termino do jogo, Leo Lima, o herói da tarde, deixou o gramado dizendo que esse foi o gol do título.
Agora, o Palmeiras se encontra na segunda posição, um ponto atrás do São Paulo, e encara dentro de casa o terceiro colocado, o Grêmio. Com certeza o caldeirão verde estará lotado para apoiar o Palestra em mais esse clássico, com cara de final, do Campeonato Brasileiro.
O alviverde chegou a Vila Belmiro precisando da vitória para continuar no encalço dos lideres, que até então eram Grêmio e São Paulo com apenas um ponto de vantagem. Mas para o confronto a equipe estaria desfalcada de um de seus principais jogadores, São Marcos, que perdeu o pai nesse mesmo final de semana.
Começou o clássico, logo no primeiro lance de ataque do verdão o gladiador Kléber abriu o placar. Ele recebeu belo passe de Evandro, ficou frente a frente com Fabio Costa, e com um toque por baixo das pernas do goleiro anotou 1x0.
Ainda lutando contra o rebaixamento, o Santos foi para cima do Palmeiras. Kleber Pereira, Cuevas e Molina bem que tentaram empatar o jogo, mas encontraram um goleiro preparado para defender a meta alviverde em um clássico. Bruno camisa 45, fazia apenas sua terceira partida como titular, e ainda por cima tinha a missão de substituir Marcos no gol palmeirense. Ele defendeu pelo menos quatro bolas de grande dificuldade no primeiro tempo, o que dava a vitória parcial ao Palmeiras.
Mesmo vencendo, o Palestra não fazia uma partida que enchesse os olhos dos torcedores, e quem chegou ao gol foi o Santos, com apenas 1 minuto do segundo tempo. Kleber Pereira dividiu pelo alto com Bruno bola cruzada por Molina, o goleiro e o atacante acabaram se chocando e a bola morreu dentro do gol palmeirense. Depois disso muita confusão. O bandeira não correu para o meio alegando falta do atacante santista, mas o arbitro chamou a responsabilidade do lance para si e validou o gol. Era o empate na Vila.
O Santos cresceu no jogo, e aos 36 minutos Kleber Pereira teve a chance de virar a partida. O artilheiro do campeonato driblou o goleiro Bruno, mas sem ângulo concluiu para fora.
Quando o jogo se encaminhava para o empate, e o Palmeiras ficaria mais longe da ponta, brilhou a estrela de Luxemburgo, e principalmente a de Leo Lima. O meia que entrou no lugar de Diego Souza fazia uma partida pífia, assim como a que fez no Palestra Itália contra o São Paulo no empate em 2x2, ele errou praticamente todos os lances nos quais a bola passou por seus pés. Mas para delírio da torcida, e para sua redenção, aos 45 minutos do segundo tempo Leo Lima entrou de carrinho no segundo pau - com muita raça, a lá Galeano -, para fazer o segundo gol alviverde e garantir a importantíssima vitória fora de casa. Ao termino do jogo, Leo Lima, o herói da tarde, deixou o gramado dizendo que esse foi o gol do título.
Agora, o Palmeiras se encontra na segunda posição, um ponto atrás do São Paulo, e encara dentro de casa o terceiro colocado, o Grêmio. Com certeza o caldeirão verde estará lotado para apoiar o Palestra em mais esse clássico, com cara de final, do Campeonato Brasileiro.
segunda-feira, 20 de outubro de 2008
O Palestra Itália pulsa! (Palmeiras 2x2 São Paulo)

Palmeiras vai para o intervalo perdendo o clássico por 2x0. Reage no segundo tempo, e em dois minutos chega ao empate. Choque – Rei disputado no Palestra Itália termina em igualdade. Palmeiras 2x2 São Paulo.
Analisando friamente o resultado final da partida, pode até parecer que o empate em casa foi um mal resultado para o Palmeiras. Mas não foi. O empate dentro de casa foi maravilhoso e com sabor de vitória.
Durante a semana, através de declarações para a imprensa, o Alviverde assumiu o favoritismo para vencer a partida desse domingo. No entanto, essa autovalorização da equipe caiu por terra, quando aos 5 minutos Léo Lima derrubava Jean. O tricolor fez 1x0 com Ceni de pênalti.
Diego Souza e Borges se desentenderam na saída de bola após o gol, o arbitro não quis nem saber e ambos foram expulsos. Mesmo assim o Palmeiras mandou no primeiro tempo. Kleber, o gladiador, chamou a responsabilidade para si. Passou a armar a equipe e a tentar concluir à meta são-paulina.
Roque Jr de cabeça, Kleber e Alex Mineiro tiveram as melhores chances para empatar o confronto. O camisa nove alviverde chegou a cabecear uma bola no travessão, contudo ela teimava em não entrar no gol do São Paulo.
A torcida Palmeirense lotou o estádio, e a cada lance de perigo vibrava, cantava, e incentivava a equipe. Fazia o Palestra Itália pulsar!
Mesmo com o domínio da equipe da casa e com todo o apoio da massa alviverde, quem chegou ao gol foi o São Paulo. Aos 45 minutos Dagoberto em contra-ataque fez 2x0.
Para o segundo tempo todos sabiam que alguma coisa tinha de mudar. O Palmeiras voltou a campo com Pierre no lugar de Léo Lima que não fazia boa partida. Mas na volta do intervalo o Palestra não apresentava o mesmo ímpeto ofensivo. O jogo ficou como o São Paulo queria, amarrado e chato. Para o torcedor palmeirense parecia que sua equipe estava dando adeus ao campeonato. Uma derrota em casa daquele jeito parecia triste de mais para continuar sonhando com o penta.
O futebol é mágico, já esta mais que provado. Aos 32 minutos do segundo tempo o Palmeiras estava eliminado do campeonato nacional. Mas aos 35, o Verdão estaria mais motivado do que nunca para brigar pela taça.
Denílson deixou André Dias comendo grama e rolou para Kleber descontar. 2x1, comemorava a galera alviverde. Na torcida subiu o bandeirão, e quem embaixo dele estava fazendo festa só ouviu o grito da torcida. Era falta para o Palmeiras. Leandro bateu na bola, Dagoberto desviou e o Palmeiras igualava o clássico.
Analisando friamente o resultado final da partida, pode até parecer que o empate em casa foi um mal resultado para o Palmeiras. Mas não foi. O empate dentro de casa foi maravilhoso e com sabor de vitória.
Durante a semana, através de declarações para a imprensa, o Alviverde assumiu o favoritismo para vencer a partida desse domingo. No entanto, essa autovalorização da equipe caiu por terra, quando aos 5 minutos Léo Lima derrubava Jean. O tricolor fez 1x0 com Ceni de pênalti.
Diego Souza e Borges se desentenderam na saída de bola após o gol, o arbitro não quis nem saber e ambos foram expulsos. Mesmo assim o Palmeiras mandou no primeiro tempo. Kleber, o gladiador, chamou a responsabilidade para si. Passou a armar a equipe e a tentar concluir à meta são-paulina.
Roque Jr de cabeça, Kleber e Alex Mineiro tiveram as melhores chances para empatar o confronto. O camisa nove alviverde chegou a cabecear uma bola no travessão, contudo ela teimava em não entrar no gol do São Paulo.
A torcida Palmeirense lotou o estádio, e a cada lance de perigo vibrava, cantava, e incentivava a equipe. Fazia o Palestra Itália pulsar!
Mesmo com o domínio da equipe da casa e com todo o apoio da massa alviverde, quem chegou ao gol foi o São Paulo. Aos 45 minutos Dagoberto em contra-ataque fez 2x0.
Para o segundo tempo todos sabiam que alguma coisa tinha de mudar. O Palmeiras voltou a campo com Pierre no lugar de Léo Lima que não fazia boa partida. Mas na volta do intervalo o Palestra não apresentava o mesmo ímpeto ofensivo. O jogo ficou como o São Paulo queria, amarrado e chato. Para o torcedor palmeirense parecia que sua equipe estava dando adeus ao campeonato. Uma derrota em casa daquele jeito parecia triste de mais para continuar sonhando com o penta.
O futebol é mágico, já esta mais que provado. Aos 32 minutos do segundo tempo o Palmeiras estava eliminado do campeonato nacional. Mas aos 35, o Verdão estaria mais motivado do que nunca para brigar pela taça.
Denílson deixou André Dias comendo grama e rolou para Kleber descontar. 2x1, comemorava a galera alviverde. Na torcida subiu o bandeirão, e quem embaixo dele estava fazendo festa só ouviu o grito da torcida. Era falta para o Palmeiras. Leandro bateu na bola, Dagoberto desviou e o Palmeiras igualava o clássico.
Foi uma explosão de alegria na torcida, em dois minutos o Palmeiras havia empatado o jogo. Voltava a sonhar com o titulo. O Palestra Itália pulsava!
Nos minutos que seguiram Roque Jr também foi expulso. O São Paulo teve chance clara de gol com Hernanes. Mas a bola não entrou, e não entraria, pois o caldeirão alviverde, o Palestra Itália, pulsava!
Ao final da partida, ambas as equipes somaram um ponto. O ponto tricolor veio sem brilho, triste por deixar escapar a vitória no clássico e a chance de se aproximar da ponta da tabela. Enquanto o ponto alviverde veio na raça, com cara de time campeão, uma equipe que fez de tudo, lutou o tempo inteiro e quando parecia que não ia dar mais, reagiu, e saiu de campo mais forte em busca do título. O Verdão segue na caça do líder Grêmio.
domingo, 11 de maio de 2008
Alviverde é campeão Paulista! (Palmeiras 5x0 Ponte)
Palmeiras goleia a Ponte por 5x0, com show de Alex Mineiro e Valdívia, e após 12 anos volta a conquistar o Paulistão.Emocionante. Essa é a palavra para descrever o que foi o Palestra Itália no dia 4/5. O Alviverde, indiscutivelmente o melhor time do campeonato, vinha de uma vergonhosa eliminação pela Copa do Brasil, mas dentro de campo mostrou porque de fato é campeão.
Antes do confronto houve uma preleção de campeão do treinador Wanderley Luxemburgo, e um depoimento arrepiante do goleiro, ídolo e palmeirense Marcos. O Santo verde, chorando, inflamou o grupo dizendo que se quebraria de novo para sair de campo campeão, quebraria até o pescoço, para o Palmeiras levantar a taça.
Falemos da partida. A equipe da Ponte necessitava de uma vitória por dois gols de diferença, assim, lançou-se ao ataque. Na melhor chance da Macaca, quando ainda estava 0x0, Marcos mesmo caído no chão salvou o Alviverde. Naquela tarde havia uma certeza: nada tocaria as redes do Verdão.
Passado o susto inicial, o Palmeiras impôs seu ritmo e na malandragem de Kleber abriu o placar. Minutos depois Alex Mineiro fez 2x0, placar do 1º tempo.
Empurrado por mais de 27 mil fanáticos, o Palestra voltou a campo para matar de vez a Ponte. O craque do Paulistão resolveu desequilibrar, Valdívia fez um golaço e pouco depois deu belo passe para Martinez, o volante só rolou para Alex Mineiro fazer mais um e se isolar na artilharia. Em seguida o camisa nove fez o quinto. Pronto, Palmeiras 5x0 Ponte Preta. Indiscutível campeão!
Com investimento e um trabalho serio da comissão técnica, diretoria e jogadores, o Verdão voltou à rota dos títulos. Se não ocorrer um desmanche na equipe, e ainda forem contratados alguns jogadores para o banco, o Palmeiras entra para o grupo de favoritos ao Brasileirão 2008.
Parabéns Palestra!
terça-feira, 22 de abril de 2008
Carrossel alviverde vai a final (Palmeiras 2x0 São Paulo)

Após nove anos, o Palmeiras volta a disputara final do Paulistão. Os jogos serão nos dois próximos domingos, contra a Ponte Preta, sem locais definidos ainda.
A classificação veio na base da raça e do bom futebol, que foi apresentado pela equipe durante quase toda a competição. E sem gol de mão.
O alviverde jogando no Palestra Itália lotado e precisando vencer, foi para cima do São Paulo. A partida vinha equilibrada com poucos lances de perigo (ou quase nenhum). Até Léo Lima soltar a bomba de fora da área. A bola saiu cheia de efeito, mas em direção ao meio do gol, no entanto, e para delírio da torcida alviverde, Rogério Ceni falhou feio. O consagrado tricolor aceitou um frango no meio do gol. Palmeiras 1x0, aos 22 minutos.
Na outra meta, à palmeirense, estava Marcos. O goleiro voltou a jogar o seu melhor futebol, fez pelo menos três boas defesas evitando que o São Paulo abrisse o placar.
E o Imperador? Esse foi anulado por Gustavo e Henrique. A dupla de zaga alviverde também anulou o fraquinho Dagoberto, e o bom Borges, que felizmente demorou a entrar em campo.
Depois de marcar o 1º gol, o verdão sabia que o melhor a fazer era tentar matar o jogo. A equipe passou a jogar nos contra-ataques, levando perigo algumas vezes.
Durante o intervalo houve uma confusão no vestiário são-paulino. Os tricolores alegaram que “alguém” (palmeirense) jogou gás pimenta no local, impossibilitando o trabalho do treinador Muricy. Fato muito estranho, visto que os dirigentes e seguranças do São Paulo eram as únicas pessoas no recinto durante o 1º tempo.
Voltando à partida. Na segunda metade o time do Morumbi teve que ir para cima do verdão. A equipe só chegava ao gol palmeirense na base do chuveirinho para Adriano, muito pouco para o atual bi-campeão nacional.
Em um desses cruzamentos do São Paulo, o Palmeiras recuperou a bola e armou seu contragolpe fatal. Lenny lançou Wendell pela esquerda, o volante disparou, entrou na área e com tranqüilidade tocou para El Mago Valdívia fechar o placar, aos 38 do segundo tempo. Palmeiras 2x0 São Paulo.
Ai começou a confusão, após o gol marcado, Valdívia mandou os tricolores ficarem quietinhos. O camisa 10 foi empurrado por Miranda, e levou um tapa de Rogério Ceni.
É... Tem time que não sabe perder.
No apagar das luzes o São Paulo bailou no Palestra, ao ritmo do Mago. A torcida verde gritou “eliminado”, aos rivais, e já começou a ensaiar o grito de “é campeão”.
O Palmeiras, que nunca deixou de ser grande, volta a ser um dos maiores e melhores do país. Com respeito a Ponte, o Palmeiras tem tudo para levantar o caneco no dia 4/5. Ta chegando a hora de gritar “é campeão”!
A classificação veio na base da raça e do bom futebol, que foi apresentado pela equipe durante quase toda a competição. E sem gol de mão.
O alviverde jogando no Palestra Itália lotado e precisando vencer, foi para cima do São Paulo. A partida vinha equilibrada com poucos lances de perigo (ou quase nenhum). Até Léo Lima soltar a bomba de fora da área. A bola saiu cheia de efeito, mas em direção ao meio do gol, no entanto, e para delírio da torcida alviverde, Rogério Ceni falhou feio. O consagrado tricolor aceitou um frango no meio do gol. Palmeiras 1x0, aos 22 minutos.
Na outra meta, à palmeirense, estava Marcos. O goleiro voltou a jogar o seu melhor futebol, fez pelo menos três boas defesas evitando que o São Paulo abrisse o placar.
E o Imperador? Esse foi anulado por Gustavo e Henrique. A dupla de zaga alviverde também anulou o fraquinho Dagoberto, e o bom Borges, que felizmente demorou a entrar em campo.
Depois de marcar o 1º gol, o verdão sabia que o melhor a fazer era tentar matar o jogo. A equipe passou a jogar nos contra-ataques, levando perigo algumas vezes.
Durante o intervalo houve uma confusão no vestiário são-paulino. Os tricolores alegaram que “alguém” (palmeirense) jogou gás pimenta no local, impossibilitando o trabalho do treinador Muricy. Fato muito estranho, visto que os dirigentes e seguranças do São Paulo eram as únicas pessoas no recinto durante o 1º tempo.
Voltando à partida. Na segunda metade o time do Morumbi teve que ir para cima do verdão. A equipe só chegava ao gol palmeirense na base do chuveirinho para Adriano, muito pouco para o atual bi-campeão nacional.
Em um desses cruzamentos do São Paulo, o Palmeiras recuperou a bola e armou seu contragolpe fatal. Lenny lançou Wendell pela esquerda, o volante disparou, entrou na área e com tranqüilidade tocou para El Mago Valdívia fechar o placar, aos 38 do segundo tempo. Palmeiras 2x0 São Paulo.
Ai começou a confusão, após o gol marcado, Valdívia mandou os tricolores ficarem quietinhos. O camisa 10 foi empurrado por Miranda, e levou um tapa de Rogério Ceni.
É... Tem time que não sabe perder.
No apagar das luzes o São Paulo bailou no Palestra, ao ritmo do Mago. A torcida verde gritou “eliminado”, aos rivais, e já começou a ensaiar o grito de “é campeão”.
O Palmeiras, que nunca deixou de ser grande, volta a ser um dos maiores e melhores do país. Com respeito a Ponte, o Palmeiras tem tudo para levantar o caneco no dia 4/5. Ta chegando a hora de gritar “é campeão”!
sábado, 19 de abril de 2008
Ainda vivos
No ultimo domingo, na primeira partida da semifinal entre Palmeiras x São Paulo, o alviverde saiu derrotado por 2x1, mas ainda briga pela vaga na final.Nos primeiros 90 minutos desse confronto o São Paulo levou a melhor. Três motivos fizeram a diferença: a forte marcação nos meias palmeirenses, Zé Luis fez ótima partida e não deixou Valdivia jogar; a péssima arbitragem de Paulo César de Oliveira, que validou um gol de mão feito pelo centroavante Adriano; e a falha do zagueiro Gustavo, que errou na saída de bola e deu o segundo gol ao time do Morumbi.
No entanto o alviverde ainda está vivo no Paulistão. No segundo tempo o tecnico Luxemburgo substituiu Kleber por Lenny, e a alteração surtiu efeito. O ponta palmeirense colocou fogo no jogo, e sofreu um pênalti. Alex Mineiro, com frieza, converteu a penalidade mantendo as esperanças do Palmeiras.
Com esse placar adverso (2x1) o verdão necessita apenas de uma vitória simples para se garantir na final do Campeonato. A torcida alviverde prometeu fazer sua parte, e em menos de seis horas acabou com os ingressos do segundo jogo.
Muito se especula sobre o substituto de Pierre no meio campo. Provavelmente quem ficará com a vaga é o volante Martinez, que tem boa saída de bola e vem entrando bem na equipe durante as partidas.
Se o Palestra quer mesmo ser campeão, tem de mostrar sua força dentro de casa. Fazer pressão nos noventa minutos que restam, vencer o jogo, e se classificar a final.
sábado, 12 de abril de 2008
Decisão nas semifinais
Embora sejam as semifinais, Palmeiras e São Paulo vão a campo em clima de decisão de título. Quem vencer o confronto será o franco favorito a levantar o caneco, já que na outra semifinal estão Guaratinguetá e Ponte Preta.
Como se tornou costume antes do choque-rei, houve discussão nos bastidores, e muitos comentários de ambos os lados. A diretoria tricolor queria a anulação dos cartões da 1ª fase, e assim, que os jogadores entrassem zerados na fase final do campeonato. No entanto, como já estava no regulamento, a F.P.F. negou esse pedido.
Sem duvidas, a maior discussão foi em torno do palco do segundo jogo entre as equipes. Enquanto a F.P.F. queria os dois jogos no Morumbi, o alviverde relutava e queria realizar a segunda partida longe do domínio são-paulino, ou no interior do estado, ou no Palestra Itália – mas até então a Federação vetava o estádio alviverde.
Passaram-se três dias, a P.M. garantiu a segurança em qualquer estádio que fosse realizado o confronto, e a F.P.F., detentora dos mandos de campo, anunciou que a segunda partida será realizada no Palestra Itália. Nada mais justo. Visto que as duas equipes já se enfrentaram diversas vezes nesse estádio, mais recentemente pela Libertadores(05/06) e pelo Campeonato Nacional(07) .
No mais, o ambiente nas duas equipes está bem diferente. No São Paulo anda conturbado, briga entre Carlos Alberto e Fabio Santos, pressão sobre o técnico Muricy, e uma campanha medíocre na taça Libertadores. Já o verdão esta cheio de confiança, à tempos que não chegava com uma equipe tão entrosada na fase final de um campeonato, e com chances reais de título. Vale lembrar que a cobrança por uma conquista no Palmeiras também é motivo de pressão sobre a equipe.
Por fim, nesses dois próximos domingos os times prometem jogos disputadíssimos, e muito equilibrados. De um lado o bi-campeão Brasileiro, com Adriano e Rogério Ceni, do outro, o ascendente Palmeiras, com Valdivia e Marcos. Um clássico sem favorito.
Como se tornou costume antes do choque-rei, houve discussão nos bastidores, e muitos comentários de ambos os lados. A diretoria tricolor queria a anulação dos cartões da 1ª fase, e assim, que os jogadores entrassem zerados na fase final do campeonato. No entanto, como já estava no regulamento, a F.P.F. negou esse pedido.
Sem duvidas, a maior discussão foi em torno do palco do segundo jogo entre as equipes. Enquanto a F.P.F. queria os dois jogos no Morumbi, o alviverde relutava e queria realizar a segunda partida longe do domínio são-paulino, ou no interior do estado, ou no Palestra Itália – mas até então a Federação vetava o estádio alviverde.
Passaram-se três dias, a P.M. garantiu a segurança em qualquer estádio que fosse realizado o confronto, e a F.P.F., detentora dos mandos de campo, anunciou que a segunda partida será realizada no Palestra Itália. Nada mais justo. Visto que as duas equipes já se enfrentaram diversas vezes nesse estádio, mais recentemente pela Libertadores(05/06) e pelo Campeonato Nacional(07) .
No mais, o ambiente nas duas equipes está bem diferente. No São Paulo anda conturbado, briga entre Carlos Alberto e Fabio Santos, pressão sobre o técnico Muricy, e uma campanha medíocre na taça Libertadores. Já o verdão esta cheio de confiança, à tempos que não chegava com uma equipe tão entrosada na fase final de um campeonato, e com chances reais de título. Vale lembrar que a cobrança por uma conquista no Palmeiras também é motivo de pressão sobre a equipe.
Por fim, nesses dois próximos domingos os times prometem jogos disputadíssimos, e muito equilibrados. De um lado o bi-campeão Brasileiro, com Adriano e Rogério Ceni, do outro, o ascendente Palmeiras, com Valdivia e Marcos. Um clássico sem favorito.
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