Ele errou quase tudo o que tentou, errou passe curto, errou drible e errou lançamento. A torcida já estava desesperada, e somava-se a isso os erros do jogo contra o São Paulo, Leo Lima estava perdido em campo. No entanto ele só acertou uma única coisa. Aos 45 minutos do segundo tempo Leo Lima acertou o gol santista, e deu a vitória ao Palmeiras.
O alviverde chegou a Vila Belmiro precisando da vitória para continuar no encalço dos lideres, que até então eram Grêmio e São Paulo com apenas um ponto de vantagem. Mas para o confronto a equipe estaria desfalcada de um de seus principais jogadores, São Marcos, que perdeu o pai nesse mesmo final de semana.
Começou o clássico, logo no primeiro lance de ataque do verdão o gladiador Kléber abriu o placar. Ele recebeu belo passe de Evandro, ficou frente a frente com Fabio Costa, e com um toque por baixo das pernas do goleiro anotou 1x0.
Ainda lutando contra o rebaixamento, o Santos foi para cima do Palmeiras. Kleber Pereira, Cuevas e Molina bem que tentaram empatar o jogo, mas encontraram um goleiro preparado para defender a meta alviverde em um clássico. Bruno camisa 45, fazia apenas sua terceira partida como titular, e ainda por cima tinha a missão de substituir Marcos no gol palmeirense. Ele defendeu pelo menos quatro bolas de grande dificuldade no primeiro tempo, o que dava a vitória parcial ao Palmeiras.
Mesmo vencendo, o Palestra não fazia uma partida que enchesse os olhos dos torcedores, e quem chegou ao gol foi o Santos, com apenas 1 minuto do segundo tempo. Kleber Pereira dividiu pelo alto com Bruno bola cruzada por Molina, o goleiro e o atacante acabaram se chocando e a bola morreu dentro do gol palmeirense. Depois disso muita confusão. O bandeira não correu para o meio alegando falta do atacante santista, mas o arbitro chamou a responsabilidade do lance para si e validou o gol. Era o empate na Vila.
O Santos cresceu no jogo, e aos 36 minutos Kleber Pereira teve a chance de virar a partida. O artilheiro do campeonato driblou o goleiro Bruno, mas sem ângulo concluiu para fora.
Quando o jogo se encaminhava para o empate, e o Palmeiras ficaria mais longe da ponta, brilhou a estrela de Luxemburgo, e principalmente a de Leo Lima. O meia que entrou no lugar de Diego Souza fazia uma partida pífia, assim como a que fez no Palestra Itália contra o São Paulo no empate em 2x2, ele errou praticamente todos os lances nos quais a bola passou por seus pés. Mas para delírio da torcida, e para sua redenção, aos 45 minutos do segundo tempo Leo Lima entrou de carrinho no segundo pau - com muita raça, a lá Galeano -, para fazer o segundo gol alviverde e garantir a importantíssima vitória fora de casa. Ao termino do jogo, Leo Lima, o herói da tarde, deixou o gramado dizendo que esse foi o gol do título.
Agora, o Palmeiras se encontra na segunda posição, um ponto atrás do São Paulo, e encara dentro de casa o terceiro colocado, o Grêmio. Com certeza o caldeirão verde estará lotado para apoiar o Palestra em mais esse clássico, com cara de final, do Campeonato Brasileiro.
segunda-feira, 3 de novembro de 2008
segunda-feira, 20 de outubro de 2008
O Palestra Itália pulsa! (Palmeiras 2x2 São Paulo)

Palmeiras vai para o intervalo perdendo o clássico por 2x0. Reage no segundo tempo, e em dois minutos chega ao empate. Choque – Rei disputado no Palestra Itália termina em igualdade. Palmeiras 2x2 São Paulo.
Analisando friamente o resultado final da partida, pode até parecer que o empate em casa foi um mal resultado para o Palmeiras. Mas não foi. O empate dentro de casa foi maravilhoso e com sabor de vitória.
Durante a semana, através de declarações para a imprensa, o Alviverde assumiu o favoritismo para vencer a partida desse domingo. No entanto, essa autovalorização da equipe caiu por terra, quando aos 5 minutos Léo Lima derrubava Jean. O tricolor fez 1x0 com Ceni de pênalti.
Diego Souza e Borges se desentenderam na saída de bola após o gol, o arbitro não quis nem saber e ambos foram expulsos. Mesmo assim o Palmeiras mandou no primeiro tempo. Kleber, o gladiador, chamou a responsabilidade para si. Passou a armar a equipe e a tentar concluir à meta são-paulina.
Roque Jr de cabeça, Kleber e Alex Mineiro tiveram as melhores chances para empatar o confronto. O camisa nove alviverde chegou a cabecear uma bola no travessão, contudo ela teimava em não entrar no gol do São Paulo.
A torcida Palmeirense lotou o estádio, e a cada lance de perigo vibrava, cantava, e incentivava a equipe. Fazia o Palestra Itália pulsar!
Mesmo com o domínio da equipe da casa e com todo o apoio da massa alviverde, quem chegou ao gol foi o São Paulo. Aos 45 minutos Dagoberto em contra-ataque fez 2x0.
Para o segundo tempo todos sabiam que alguma coisa tinha de mudar. O Palmeiras voltou a campo com Pierre no lugar de Léo Lima que não fazia boa partida. Mas na volta do intervalo o Palestra não apresentava o mesmo ímpeto ofensivo. O jogo ficou como o São Paulo queria, amarrado e chato. Para o torcedor palmeirense parecia que sua equipe estava dando adeus ao campeonato. Uma derrota em casa daquele jeito parecia triste de mais para continuar sonhando com o penta.
O futebol é mágico, já esta mais que provado. Aos 32 minutos do segundo tempo o Palmeiras estava eliminado do campeonato nacional. Mas aos 35, o Verdão estaria mais motivado do que nunca para brigar pela taça.
Denílson deixou André Dias comendo grama e rolou para Kleber descontar. 2x1, comemorava a galera alviverde. Na torcida subiu o bandeirão, e quem embaixo dele estava fazendo festa só ouviu o grito da torcida. Era falta para o Palmeiras. Leandro bateu na bola, Dagoberto desviou e o Palmeiras igualava o clássico.
Analisando friamente o resultado final da partida, pode até parecer que o empate em casa foi um mal resultado para o Palmeiras. Mas não foi. O empate dentro de casa foi maravilhoso e com sabor de vitória.
Durante a semana, através de declarações para a imprensa, o Alviverde assumiu o favoritismo para vencer a partida desse domingo. No entanto, essa autovalorização da equipe caiu por terra, quando aos 5 minutos Léo Lima derrubava Jean. O tricolor fez 1x0 com Ceni de pênalti.
Diego Souza e Borges se desentenderam na saída de bola após o gol, o arbitro não quis nem saber e ambos foram expulsos. Mesmo assim o Palmeiras mandou no primeiro tempo. Kleber, o gladiador, chamou a responsabilidade para si. Passou a armar a equipe e a tentar concluir à meta são-paulina.
Roque Jr de cabeça, Kleber e Alex Mineiro tiveram as melhores chances para empatar o confronto. O camisa nove alviverde chegou a cabecear uma bola no travessão, contudo ela teimava em não entrar no gol do São Paulo.
A torcida Palmeirense lotou o estádio, e a cada lance de perigo vibrava, cantava, e incentivava a equipe. Fazia o Palestra Itália pulsar!
Mesmo com o domínio da equipe da casa e com todo o apoio da massa alviverde, quem chegou ao gol foi o São Paulo. Aos 45 minutos Dagoberto em contra-ataque fez 2x0.
Para o segundo tempo todos sabiam que alguma coisa tinha de mudar. O Palmeiras voltou a campo com Pierre no lugar de Léo Lima que não fazia boa partida. Mas na volta do intervalo o Palestra não apresentava o mesmo ímpeto ofensivo. O jogo ficou como o São Paulo queria, amarrado e chato. Para o torcedor palmeirense parecia que sua equipe estava dando adeus ao campeonato. Uma derrota em casa daquele jeito parecia triste de mais para continuar sonhando com o penta.
O futebol é mágico, já esta mais que provado. Aos 32 minutos do segundo tempo o Palmeiras estava eliminado do campeonato nacional. Mas aos 35, o Verdão estaria mais motivado do que nunca para brigar pela taça.
Denílson deixou André Dias comendo grama e rolou para Kleber descontar. 2x1, comemorava a galera alviverde. Na torcida subiu o bandeirão, e quem embaixo dele estava fazendo festa só ouviu o grito da torcida. Era falta para o Palmeiras. Leandro bateu na bola, Dagoberto desviou e o Palmeiras igualava o clássico.
Foi uma explosão de alegria na torcida, em dois minutos o Palmeiras havia empatado o jogo. Voltava a sonhar com o titulo. O Palestra Itália pulsava!
Nos minutos que seguiram Roque Jr também foi expulso. O São Paulo teve chance clara de gol com Hernanes. Mas a bola não entrou, e não entraria, pois o caldeirão alviverde, o Palestra Itália, pulsava!
Ao final da partida, ambas as equipes somaram um ponto. O ponto tricolor veio sem brilho, triste por deixar escapar a vitória no clássico e a chance de se aproximar da ponta da tabela. Enquanto o ponto alviverde veio na raça, com cara de time campeão, uma equipe que fez de tudo, lutou o tempo inteiro e quando parecia que não ia dar mais, reagiu, e saiu de campo mais forte em busca do título. O Verdão segue na caça do líder Grêmio.
domingo, 11 de maio de 2008
Alviverde é campeão Paulista! (Palmeiras 5x0 Ponte)
Palmeiras goleia a Ponte por 5x0, com show de Alex Mineiro e Valdívia, e após 12 anos volta a conquistar o Paulistão.Emocionante. Essa é a palavra para descrever o que foi o Palestra Itália no dia 4/5. O Alviverde, indiscutivelmente o melhor time do campeonato, vinha de uma vergonhosa eliminação pela Copa do Brasil, mas dentro de campo mostrou porque de fato é campeão.
Antes do confronto houve uma preleção de campeão do treinador Wanderley Luxemburgo, e um depoimento arrepiante do goleiro, ídolo e palmeirense Marcos. O Santo verde, chorando, inflamou o grupo dizendo que se quebraria de novo para sair de campo campeão, quebraria até o pescoço, para o Palmeiras levantar a taça.
Falemos da partida. A equipe da Ponte necessitava de uma vitória por dois gols de diferença, assim, lançou-se ao ataque. Na melhor chance da Macaca, quando ainda estava 0x0, Marcos mesmo caído no chão salvou o Alviverde. Naquela tarde havia uma certeza: nada tocaria as redes do Verdão.
Passado o susto inicial, o Palmeiras impôs seu ritmo e na malandragem de Kleber abriu o placar. Minutos depois Alex Mineiro fez 2x0, placar do 1º tempo.
Empurrado por mais de 27 mil fanáticos, o Palestra voltou a campo para matar de vez a Ponte. O craque do Paulistão resolveu desequilibrar, Valdívia fez um golaço e pouco depois deu belo passe para Martinez, o volante só rolou para Alex Mineiro fazer mais um e se isolar na artilharia. Em seguida o camisa nove fez o quinto. Pronto, Palmeiras 5x0 Ponte Preta. Indiscutível campeão!
Com investimento e um trabalho serio da comissão técnica, diretoria e jogadores, o Verdão voltou à rota dos títulos. Se não ocorrer um desmanche na equipe, e ainda forem contratados alguns jogadores para o banco, o Palmeiras entra para o grupo de favoritos ao Brasileirão 2008.
Parabéns Palestra!
terça-feira, 22 de abril de 2008
Carrossel alviverde vai a final (Palmeiras 2x0 São Paulo)

Após nove anos, o Palmeiras volta a disputara final do Paulistão. Os jogos serão nos dois próximos domingos, contra a Ponte Preta, sem locais definidos ainda.
A classificação veio na base da raça e do bom futebol, que foi apresentado pela equipe durante quase toda a competição. E sem gol de mão.
O alviverde jogando no Palestra Itália lotado e precisando vencer, foi para cima do São Paulo. A partida vinha equilibrada com poucos lances de perigo (ou quase nenhum). Até Léo Lima soltar a bomba de fora da área. A bola saiu cheia de efeito, mas em direção ao meio do gol, no entanto, e para delírio da torcida alviverde, Rogério Ceni falhou feio. O consagrado tricolor aceitou um frango no meio do gol. Palmeiras 1x0, aos 22 minutos.
Na outra meta, à palmeirense, estava Marcos. O goleiro voltou a jogar o seu melhor futebol, fez pelo menos três boas defesas evitando que o São Paulo abrisse o placar.
E o Imperador? Esse foi anulado por Gustavo e Henrique. A dupla de zaga alviverde também anulou o fraquinho Dagoberto, e o bom Borges, que felizmente demorou a entrar em campo.
Depois de marcar o 1º gol, o verdão sabia que o melhor a fazer era tentar matar o jogo. A equipe passou a jogar nos contra-ataques, levando perigo algumas vezes.
Durante o intervalo houve uma confusão no vestiário são-paulino. Os tricolores alegaram que “alguém” (palmeirense) jogou gás pimenta no local, impossibilitando o trabalho do treinador Muricy. Fato muito estranho, visto que os dirigentes e seguranças do São Paulo eram as únicas pessoas no recinto durante o 1º tempo.
Voltando à partida. Na segunda metade o time do Morumbi teve que ir para cima do verdão. A equipe só chegava ao gol palmeirense na base do chuveirinho para Adriano, muito pouco para o atual bi-campeão nacional.
Em um desses cruzamentos do São Paulo, o Palmeiras recuperou a bola e armou seu contragolpe fatal. Lenny lançou Wendell pela esquerda, o volante disparou, entrou na área e com tranqüilidade tocou para El Mago Valdívia fechar o placar, aos 38 do segundo tempo. Palmeiras 2x0 São Paulo.
Ai começou a confusão, após o gol marcado, Valdívia mandou os tricolores ficarem quietinhos. O camisa 10 foi empurrado por Miranda, e levou um tapa de Rogério Ceni.
É... Tem time que não sabe perder.
No apagar das luzes o São Paulo bailou no Palestra, ao ritmo do Mago. A torcida verde gritou “eliminado”, aos rivais, e já começou a ensaiar o grito de “é campeão”.
O Palmeiras, que nunca deixou de ser grande, volta a ser um dos maiores e melhores do país. Com respeito a Ponte, o Palmeiras tem tudo para levantar o caneco no dia 4/5. Ta chegando a hora de gritar “é campeão”!
A classificação veio na base da raça e do bom futebol, que foi apresentado pela equipe durante quase toda a competição. E sem gol de mão.
O alviverde jogando no Palestra Itália lotado e precisando vencer, foi para cima do São Paulo. A partida vinha equilibrada com poucos lances de perigo (ou quase nenhum). Até Léo Lima soltar a bomba de fora da área. A bola saiu cheia de efeito, mas em direção ao meio do gol, no entanto, e para delírio da torcida alviverde, Rogério Ceni falhou feio. O consagrado tricolor aceitou um frango no meio do gol. Palmeiras 1x0, aos 22 minutos.
Na outra meta, à palmeirense, estava Marcos. O goleiro voltou a jogar o seu melhor futebol, fez pelo menos três boas defesas evitando que o São Paulo abrisse o placar.
E o Imperador? Esse foi anulado por Gustavo e Henrique. A dupla de zaga alviverde também anulou o fraquinho Dagoberto, e o bom Borges, que felizmente demorou a entrar em campo.
Depois de marcar o 1º gol, o verdão sabia que o melhor a fazer era tentar matar o jogo. A equipe passou a jogar nos contra-ataques, levando perigo algumas vezes.
Durante o intervalo houve uma confusão no vestiário são-paulino. Os tricolores alegaram que “alguém” (palmeirense) jogou gás pimenta no local, impossibilitando o trabalho do treinador Muricy. Fato muito estranho, visto que os dirigentes e seguranças do São Paulo eram as únicas pessoas no recinto durante o 1º tempo.
Voltando à partida. Na segunda metade o time do Morumbi teve que ir para cima do verdão. A equipe só chegava ao gol palmeirense na base do chuveirinho para Adriano, muito pouco para o atual bi-campeão nacional.
Em um desses cruzamentos do São Paulo, o Palmeiras recuperou a bola e armou seu contragolpe fatal. Lenny lançou Wendell pela esquerda, o volante disparou, entrou na área e com tranqüilidade tocou para El Mago Valdívia fechar o placar, aos 38 do segundo tempo. Palmeiras 2x0 São Paulo.
Ai começou a confusão, após o gol marcado, Valdívia mandou os tricolores ficarem quietinhos. O camisa 10 foi empurrado por Miranda, e levou um tapa de Rogério Ceni.
É... Tem time que não sabe perder.
No apagar das luzes o São Paulo bailou no Palestra, ao ritmo do Mago. A torcida verde gritou “eliminado”, aos rivais, e já começou a ensaiar o grito de “é campeão”.
O Palmeiras, que nunca deixou de ser grande, volta a ser um dos maiores e melhores do país. Com respeito a Ponte, o Palmeiras tem tudo para levantar o caneco no dia 4/5. Ta chegando a hora de gritar “é campeão”!
sábado, 19 de abril de 2008
Ainda vivos
No ultimo domingo, na primeira partida da semifinal entre Palmeiras x São Paulo, o alviverde saiu derrotado por 2x1, mas ainda briga pela vaga na final.Nos primeiros 90 minutos desse confronto o São Paulo levou a melhor. Três motivos fizeram a diferença: a forte marcação nos meias palmeirenses, Zé Luis fez ótima partida e não deixou Valdivia jogar; a péssima arbitragem de Paulo César de Oliveira, que validou um gol de mão feito pelo centroavante Adriano; e a falha do zagueiro Gustavo, que errou na saída de bola e deu o segundo gol ao time do Morumbi.
No entanto o alviverde ainda está vivo no Paulistão. No segundo tempo o tecnico Luxemburgo substituiu Kleber por Lenny, e a alteração surtiu efeito. O ponta palmeirense colocou fogo no jogo, e sofreu um pênalti. Alex Mineiro, com frieza, converteu a penalidade mantendo as esperanças do Palmeiras.
Com esse placar adverso (2x1) o verdão necessita apenas de uma vitória simples para se garantir na final do Campeonato. A torcida alviverde prometeu fazer sua parte, e em menos de seis horas acabou com os ingressos do segundo jogo.
Muito se especula sobre o substituto de Pierre no meio campo. Provavelmente quem ficará com a vaga é o volante Martinez, que tem boa saída de bola e vem entrando bem na equipe durante as partidas.
Se o Palestra quer mesmo ser campeão, tem de mostrar sua força dentro de casa. Fazer pressão nos noventa minutos que restam, vencer o jogo, e se classificar a final.
sábado, 12 de abril de 2008
Decisão nas semifinais
Embora sejam as semifinais, Palmeiras e São Paulo vão a campo em clima de decisão de título. Quem vencer o confronto será o franco favorito a levantar o caneco, já que na outra semifinal estão Guaratinguetá e Ponte Preta.
Como se tornou costume antes do choque-rei, houve discussão nos bastidores, e muitos comentários de ambos os lados. A diretoria tricolor queria a anulação dos cartões da 1ª fase, e assim, que os jogadores entrassem zerados na fase final do campeonato. No entanto, como já estava no regulamento, a F.P.F. negou esse pedido.
Sem duvidas, a maior discussão foi em torno do palco do segundo jogo entre as equipes. Enquanto a F.P.F. queria os dois jogos no Morumbi, o alviverde relutava e queria realizar a segunda partida longe do domínio são-paulino, ou no interior do estado, ou no Palestra Itália – mas até então a Federação vetava o estádio alviverde.
Passaram-se três dias, a P.M. garantiu a segurança em qualquer estádio que fosse realizado o confronto, e a F.P.F., detentora dos mandos de campo, anunciou que a segunda partida será realizada no Palestra Itália. Nada mais justo. Visto que as duas equipes já se enfrentaram diversas vezes nesse estádio, mais recentemente pela Libertadores(05/06) e pelo Campeonato Nacional(07) .
No mais, o ambiente nas duas equipes está bem diferente. No São Paulo anda conturbado, briga entre Carlos Alberto e Fabio Santos, pressão sobre o técnico Muricy, e uma campanha medíocre na taça Libertadores. Já o verdão esta cheio de confiança, à tempos que não chegava com uma equipe tão entrosada na fase final de um campeonato, e com chances reais de título. Vale lembrar que a cobrança por uma conquista no Palmeiras também é motivo de pressão sobre a equipe.
Por fim, nesses dois próximos domingos os times prometem jogos disputadíssimos, e muito equilibrados. De um lado o bi-campeão Brasileiro, com Adriano e Rogério Ceni, do outro, o ascendente Palmeiras, com Valdivia e Marcos. Um clássico sem favorito.
Como se tornou costume antes do choque-rei, houve discussão nos bastidores, e muitos comentários de ambos os lados. A diretoria tricolor queria a anulação dos cartões da 1ª fase, e assim, que os jogadores entrassem zerados na fase final do campeonato. No entanto, como já estava no regulamento, a F.P.F. negou esse pedido.
Sem duvidas, a maior discussão foi em torno do palco do segundo jogo entre as equipes. Enquanto a F.P.F. queria os dois jogos no Morumbi, o alviverde relutava e queria realizar a segunda partida longe do domínio são-paulino, ou no interior do estado, ou no Palestra Itália – mas até então a Federação vetava o estádio alviverde.
Passaram-se três dias, a P.M. garantiu a segurança em qualquer estádio que fosse realizado o confronto, e a F.P.F., detentora dos mandos de campo, anunciou que a segunda partida será realizada no Palestra Itália. Nada mais justo. Visto que as duas equipes já se enfrentaram diversas vezes nesse estádio, mais recentemente pela Libertadores(05/06) e pelo Campeonato Nacional(07) .
No mais, o ambiente nas duas equipes está bem diferente. No São Paulo anda conturbado, briga entre Carlos Alberto e Fabio Santos, pressão sobre o técnico Muricy, e uma campanha medíocre na taça Libertadores. Já o verdão esta cheio de confiança, à tempos que não chegava com uma equipe tão entrosada na fase final de um campeonato, e com chances reais de título. Vale lembrar que a cobrança por uma conquista no Palmeiras também é motivo de pressão sobre a equipe.
Por fim, nesses dois próximos domingos os times prometem jogos disputadíssimos, e muito equilibrados. De um lado o bi-campeão Brasileiro, com Adriano e Rogério Ceni, do outro, o ascendente Palmeiras, com Valdivia e Marcos. Um clássico sem favorito.
segunda-feira, 17 de março de 2008
Palmeiras goleia no choque-rei. (Palmeiras 4x1 São Paulo)

Para começo de conversa vamos direto ao 3º gol alviverde. Valdívia, tranqüilo, converte pênalti sofrido por Kleber, e, assim como contra o Corinthians, sai chorando, chorando de rir.
No entanto o São Paulo não foi adversário fácil para o verdão. Adriano fez sua melhor partida pelo tricolor, abriu o placar de cabeça, e se não fosse Marcos – campeão do mundo com a seleção em 2002, titular -, talvez o “imperador” saísse de campo consagrado, e levando a equipe do Morumbi a vice-liderança.
Mas como já dito, embaixo das traves alviverdes havia “São” Marcos, e na linha atacante de raça, havia Gustavo, Leandro, Leo Lima, Diego Souza, Valdívia, Denílson e Kleber, jogadores que souberam honrar a camisa e levar o Palmeiras a mais uma virada.
Ainda no 1º tempo, o ex –são-paulino Kleber deixou o zagueiro tricolor Juninho deitado no chão, e com um toque de categoria igualou a partida em Ribeirão Preto.
Já na segunda etapa, o Palmeiras mostrou a que veio, e após alguns lances perigosos por parte do São Paulo, Valdívia sofreu pênalti clamoroso de Júnior. O goleiro Rogério bem que tentou catimbar, pisando na marca do pênalti, mas Denílson chamou a responsabilidade, e com calma virou o clássico. O experiente jogador vibrou muito com o gol marcado contra seu ex-clube.
O 3º do verdão já foi citado, e foi dele: “Mago” Valdívia. Cada vez mais decisivo em clássicos, e agora batendo pênalti.
Com o São Paulo arrasado em campo, o Palmeiras passou a dar olé. A bola passou por quase todos os jogadores do Palestra, até chegar a Diego Souza. Com um drible de corpo ele tirou o zagueiro, entrou na área, e foi derrubado por Richarlysson. Mais um pênalti, Palmeiras 4x1 São Paulo.
E agora o que o São Paulo pode fazer? Chorar, eis a resposta dada pelo “mago”. Chorar três pênaltis bem marcados, chorar por estar fora do G-4, enfim, chorar e chorar.
No entanto o São Paulo não foi adversário fácil para o verdão. Adriano fez sua melhor partida pelo tricolor, abriu o placar de cabeça, e se não fosse Marcos – campeão do mundo com a seleção em 2002, titular -, talvez o “imperador” saísse de campo consagrado, e levando a equipe do Morumbi a vice-liderança.
Mas como já dito, embaixo das traves alviverdes havia “São” Marcos, e na linha atacante de raça, havia Gustavo, Leandro, Leo Lima, Diego Souza, Valdívia, Denílson e Kleber, jogadores que souberam honrar a camisa e levar o Palmeiras a mais uma virada.
Ainda no 1º tempo, o ex –são-paulino Kleber deixou o zagueiro tricolor Juninho deitado no chão, e com um toque de categoria igualou a partida em Ribeirão Preto.
Já na segunda etapa, o Palmeiras mostrou a que veio, e após alguns lances perigosos por parte do São Paulo, Valdívia sofreu pênalti clamoroso de Júnior. O goleiro Rogério bem que tentou catimbar, pisando na marca do pênalti, mas Denílson chamou a responsabilidade, e com calma virou o clássico. O experiente jogador vibrou muito com o gol marcado contra seu ex-clube.
O 3º do verdão já foi citado, e foi dele: “Mago” Valdívia. Cada vez mais decisivo em clássicos, e agora batendo pênalti.
Com o São Paulo arrasado em campo, o Palmeiras passou a dar olé. A bola passou por quase todos os jogadores do Palestra, até chegar a Diego Souza. Com um drible de corpo ele tirou o zagueiro, entrou na área, e foi derrubado por Richarlysson. Mais um pênalti, Palmeiras 4x1 São Paulo.
E agora o que o São Paulo pode fazer? Chorar, eis a resposta dada pelo “mago”. Chorar três pênaltis bem marcados, chorar por estar fora do G-4, enfim, chorar e chorar.
terça-feira, 11 de março de 2008
Com vontade de campeão! (Bragantino 2x5 Palmeiras)
No futebol não basta ter os melhores jogadores para sair vitorioso de uma partida, ou até de uma competição. Um time vencedor tem que ter, acima de tudo, vontade e raça de campeão. O Palmeiras mostrou exatamente essa vontade, esse brio para bater o Bragantino.
Por volta dos 20 minutos do 1º tempo o alviverde já perdia por 2x0 e contava com apenas dez jogadores em campo – “São” Marcos fora expulso de maneira controversa, após receber um chute na barriga e revidar contra o adversário.
Talvez em outros tempos (por exemplo em 2002), esse Palmeiras que estava perdendo a partida, e que tinha um de seus principais jogadores expulso, tomasse uma goleada de 7x2 para um Vitória, ou um 5x0 para o Cruzeiro. No entanto, no ultimo domingo em Bragança Paulista, a história foi diferente. Kleber, Diego Souza e Valdívia jogaram com aquela vontade de campeão, jogaram como o Palmeiras, e em um jogo histórico ajudaram o verdão a vencer, de virada, por 5x2 a equipe da casa.
Ah! Também vale destacar o lateral Leandro, que fez boa partida e anotou um gol, e o habilidoso Denílson, que marcou duas vezes e ainda mostrou outra virtude de campeão: a Sorte (em seu segundo gol, com a ajuda do “morrinho artilheiro”)!
Por volta dos 20 minutos do 1º tempo o alviverde já perdia por 2x0 e contava com apenas dez jogadores em campo – “São” Marcos fora expulso de maneira controversa, após receber um chute na barriga e revidar contra o adversário.
Talvez em outros tempos (por exemplo em 2002), esse Palmeiras que estava perdendo a partida, e que tinha um de seus principais jogadores expulso, tomasse uma goleada de 7x2 para um Vitória, ou um 5x0 para o Cruzeiro. No entanto, no ultimo domingo em Bragança Paulista, a história foi diferente. Kleber, Diego Souza e Valdívia jogaram com aquela vontade de campeão, jogaram como o Palmeiras, e em um jogo histórico ajudaram o verdão a vencer, de virada, por 5x2 a equipe da casa.
Ah! Também vale destacar o lateral Leandro, que fez boa partida e anotou um gol, e o habilidoso Denílson, que marcou duas vezes e ainda mostrou outra virtude de campeão: a Sorte (em seu segundo gol, com a ajuda do “morrinho artilheiro”)!
terça-feira, 4 de março de 2008
Sem chororô! ( Corinthians 0x1 Palmeiras)

29 minutos do segundo tempo, Lulinha domina a bola no meio campo. Denílson e Diego Souza pressionam o corintiano. Diego rouba a bola e lança Kleber. O atacante palestrino bate de primeira, para grande defesa de Julio César. A bola segue lentamente rumo a linha de fundo. Mas “el mago” Valdivia é mais esperto que a zaga corintiana, e com muita raça faz o gol da vitória alviverde.
E com o gol marcado por seu camisa 10, o Palmeiras conseguiu igualar uma marca histórica contra seu arqui-rival, a marca de quatro vitórias consecutivas no clássico – feito da época da primeira 'Academia', 1964 - e ainda por cima sem sofrer gols nesses jogos.
A partida foi muito disputada, com uma ligeira vantagem para o Verdão que teve um pênalti claro não marcado, e um impedimento dado de forma equivocada pelo bandeira, isso ainda no primeiro tempo. Aliás, ambos os lances envolvendo o destaque do jogo: Valdivia.
“El mago” fez de tudo, correu muito, ajudou na marcação, driblou (usou o já tradicional chute no ar), provocou os adversários, tomou cartão amarelo, fez gol, se consagrou no Derby Paulista, e ainda provocou o zagueiro William do time rival. Na comemoração o “mago” imitou um bebe chorão, e disse: -" Chorei mesmo, mas foi de alegria. Falaram que Valdivia é chorão, que chora, chora. O que eu fiz? Deixei eles chorando. E eu estou chorando de alegria" -.
Segundo Valdivia, outro fator fundamental para a vitória foi a torcida palmeirense. Antes do clássico o que se divulgava na imprensa era que para cada três corintianos presente no estádio, haveria apenas um palmeirense. Mas o que se viu no estádio, foi o Morumbi praticamente dividido em meio a meio. E a torcida alviverde fez sua parte, não parou de incentivar um minuto, e ainda aproveitou para tirar um sarro do rival que agora esta na segunda divisao do Campeonato Brasileiro!
terça-feira, 12 de fevereiro de 2008
Denilson neles!
Há poucos dias o Verdão fechou contrato, até dezembro, com o meia-atacante Denílson, o oitavo reforço do time para a temporada 2008. No ano passado, após ser recusado pelo seu ex-clube o São Paulo, o meia treinou no CT do Palmeiras por alguns meses, mas na época não houve acerto entre o clube e o jogador.
O experiente jogador de 30 anos - com passagens por São Paulo, Flamengo e Real Betis, entre outros clubes -, diz ainda ter muita bola para jogar, prometeu fazer de tudo para voltar a defender as cores da seleção canarinho e, quem sabe, disputar sua terceira Copa do Mundo em 2010.
Ao que parece, Denílson chega ao time para dividir com o goleiro Marcos – com quem foi campeão do Mundo em 2002 – a responsabilidade e a pressão que é o Palmeiras. E também, para “ocupar” o lugar deixado por Edmundo como comandante da garotada dentro de campo, passando tranqüilidade aos companheiros, visto que para essa temporada o Verdão possui uma equipe bastante jovem – Lenny, Valdivia, Diego Souza e Henrique, são exemplos disso.
No momento, o que a torcida que canta e vibra mais quer é ver os dribles de Denílson com a camisa verde, e saber se ele jogará no meio ou na ponta esquerda, sua posição de origem.
Durante sua apresentação oficial, o novo camisa 19 do Palestra disse que quando for possível fará algum lance de efeito, mas sempre visando o gol e sem desrespeitar os adversários.
Sua estréia poderá ocorrer já nesse sábado frente ao Juventus, em Ribeirão Preto.
O experiente jogador de 30 anos - com passagens por São Paulo, Flamengo e Real Betis, entre outros clubes -, diz ainda ter muita bola para jogar, prometeu fazer de tudo para voltar a defender as cores da seleção canarinho e, quem sabe, disputar sua terceira Copa do Mundo em 2010.
Ao que parece, Denílson chega ao time para dividir com o goleiro Marcos – com quem foi campeão do Mundo em 2002 – a responsabilidade e a pressão que é o Palmeiras. E também, para “ocupar” o lugar deixado por Edmundo como comandante da garotada dentro de campo, passando tranqüilidade aos companheiros, visto que para essa temporada o Verdão possui uma equipe bastante jovem – Lenny, Valdivia, Diego Souza e Henrique, são exemplos disso.
No momento, o que a torcida que canta e vibra mais quer é ver os dribles de Denílson com a camisa verde, e saber se ele jogará no meio ou na ponta esquerda, sua posição de origem.
Durante sua apresentação oficial, o novo camisa 19 do Palestra disse que quando for possível fará algum lance de efeito, mas sempre visando o gol e sem desrespeitar os adversários.
Sua estréia poderá ocorrer já nesse sábado frente ao Juventus, em Ribeirão Preto.
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