
Para começo de conversa vamos direto ao 3º gol alviverde. Valdívia, tranqüilo, converte pênalti sofrido por Kleber, e, assim como contra o Corinthians, sai chorando, chorando de rir.
No entanto o São Paulo não foi adversário fácil para o verdão. Adriano fez sua melhor partida pelo tricolor, abriu o placar de cabeça, e se não fosse Marcos – campeão do mundo com a seleção em 2002, titular -, talvez o “imperador” saísse de campo consagrado, e levando a equipe do Morumbi a vice-liderança.
Mas como já dito, embaixo das traves alviverdes havia “São” Marcos, e na linha atacante de raça, havia Gustavo, Leandro, Leo Lima, Diego Souza, Valdívia, Denílson e Kleber, jogadores que souberam honrar a camisa e levar o Palmeiras a mais uma virada.
Ainda no 1º tempo, o ex –são-paulino Kleber deixou o zagueiro tricolor Juninho deitado no chão, e com um toque de categoria igualou a partida em Ribeirão Preto.
Já na segunda etapa, o Palmeiras mostrou a que veio, e após alguns lances perigosos por parte do São Paulo, Valdívia sofreu pênalti clamoroso de Júnior. O goleiro Rogério bem que tentou catimbar, pisando na marca do pênalti, mas Denílson chamou a responsabilidade, e com calma virou o clássico. O experiente jogador vibrou muito com o gol marcado contra seu ex-clube.
O 3º do verdão já foi citado, e foi dele: “Mago” Valdívia. Cada vez mais decisivo em clássicos, e agora batendo pênalti.
Com o São Paulo arrasado em campo, o Palmeiras passou a dar olé. A bola passou por quase todos os jogadores do Palestra, até chegar a Diego Souza. Com um drible de corpo ele tirou o zagueiro, entrou na área, e foi derrubado por Richarlysson. Mais um pênalti, Palmeiras 4x1 São Paulo.
E agora o que o São Paulo pode fazer? Chorar, eis a resposta dada pelo “mago”. Chorar três pênaltis bem marcados, chorar por estar fora do G-4, enfim, chorar e chorar.
No entanto o São Paulo não foi adversário fácil para o verdão. Adriano fez sua melhor partida pelo tricolor, abriu o placar de cabeça, e se não fosse Marcos – campeão do mundo com a seleção em 2002, titular -, talvez o “imperador” saísse de campo consagrado, e levando a equipe do Morumbi a vice-liderança.
Mas como já dito, embaixo das traves alviverdes havia “São” Marcos, e na linha atacante de raça, havia Gustavo, Leandro, Leo Lima, Diego Souza, Valdívia, Denílson e Kleber, jogadores que souberam honrar a camisa e levar o Palmeiras a mais uma virada.
Ainda no 1º tempo, o ex –são-paulino Kleber deixou o zagueiro tricolor Juninho deitado no chão, e com um toque de categoria igualou a partida em Ribeirão Preto.
Já na segunda etapa, o Palmeiras mostrou a que veio, e após alguns lances perigosos por parte do São Paulo, Valdívia sofreu pênalti clamoroso de Júnior. O goleiro Rogério bem que tentou catimbar, pisando na marca do pênalti, mas Denílson chamou a responsabilidade, e com calma virou o clássico. O experiente jogador vibrou muito com o gol marcado contra seu ex-clube.
O 3º do verdão já foi citado, e foi dele: “Mago” Valdívia. Cada vez mais decisivo em clássicos, e agora batendo pênalti.
Com o São Paulo arrasado em campo, o Palmeiras passou a dar olé. A bola passou por quase todos os jogadores do Palestra, até chegar a Diego Souza. Com um drible de corpo ele tirou o zagueiro, entrou na área, e foi derrubado por Richarlysson. Mais um pênalti, Palmeiras 4x1 São Paulo.
E agora o que o São Paulo pode fazer? Chorar, eis a resposta dada pelo “mago”. Chorar três pênaltis bem marcados, chorar por estar fora do G-4, enfim, chorar e chorar.
